See ya.
O que era pra ser secreto acabou se tornando muito público.
Blog fechado. ;)
"eu também sinto isso".
Mais um final de semana perfeito pra ficar na memória.
"[..]Contemple esse momento, é coisa rara
Uma emoção assim só se compara
A tudo que nós já passamos juntos
Nesse quarto em um segundo
Preciso tanto aproveitar você
Olhar teus olhos, beijar tua boca
Ouvir palavras de um futuro bom [..]"
Fique mais que eu gostei de ter você.
Os cuidados especiais, os carinhos mais bem recebidos, os beijos dados com mais vontade, os encontros às escondidas, as ligações do nada, as mensagens mais lindas, as conversas que sempre revelavam algo, a vergonha de se ver depois, a ansiedade de que chegue o outro dia, as loucuras que me fez fazer coisas que nunca imaginei, as dormidas de conchinha, o cheiro incomparável, as idas na Unifor, os abraços reconfortantes, os depoimentos de surpresa, os olhares que já diziam tudo, as viagens inesquecíveis, a paciência com todas as minhas crises de ciúme, o jeito de não querer iludir e mesmo assim iludir, os pedidos que eu tentava encarar com a maior naturalidade, a alegria que eu tentava esconder em certos momentos. Tudo isso vai fazer tanta falta. Apenas as tentativas de esquecer (que não dão em nada) é que irão permanecer.
10 dias. E o tempo parecia passar tão devagar.
O tempo cura, dizem. Mas demora.
É, só tinha de ser com você.
* Aniversário com a presença dos melhores amigos;
* Babados inacreditáveis sem fim;
* Churrasco com mais melhores amigos;
* Seven com surpresas, felicidades e vontades;
* Casa de praia com os mesmos amigos de cima;
* Jogos, conversas e carinhos;
* Vontade realizada e cuidados especiais;
* Alegria que não parecia ter fim;
* Morgações perfeitas;
* Feriado que eu pedi a Deus.
"Não vou mais querer ninguém agora que sei quem me faz bem."
apenas isso.
Inúmeras coisas para fazer e incontáveis textos que precisam sair da cabeça e passar pro papel. Um dos poucos jeitos de melhorar sem precisar afetar ninguém. Mas o sono, o cansaço e a falta de tempo não estão permitindo muita coisa. Vim aqui só pra não deixar o blog às traças. E pra dar dois recadinhos também.
Pra quem se esconde no mundo e aparece, de vez em quando, nos corredores da Unifor:
Te ver triste me afeta demais. Ter uma tarde inteira só pra gente era tudo o que eu queria nesse momento. Você é especial ao extremo pra mim. Mesmo de longe, tento sempre mandar energias positivas pra você. Espero que elas estejam chegando mesmo.
Pra quem tem compartilhado a vida e mais tempo pra mim nesses últimos dias:
Eu não sei como estaria nesse momento se não fosse você. Tô feliz por eu ter lido teus pensamentos e ter resolvido me meter na tua vida. Tô mais feliz ainda por a gente estar numa fase maravilhosa, apesar de tudo que tá acontecendo.
Enfim, a cama me espera.
O dia da revolta.
Tô em crise!
E não nessas crises existenciais em que quase todo dia me encontro. É crise de identidade. Não por culpa minha, mas da minha mãe. O problema é: não sei se tenho 9 ou 19 anos de idade. Se eu disser que não posso sair de casa porque tive uma briga (diga-se de passagem, muito séria) com a dona da casa, alguém acredita?
Não tem coisa que mais me irrite do que discussão com mãe. Por cumprirem esse papel, elas sempre acham que estão certas, seja qual for a situação. E ai da gente se não aceitarmos isso bem caladinha. Elas podem gritar e proibir o mundo. A gente? Fica calada. Se eu fosse uma filhinha tipo a perfeitinha Sandy (por falar nisso, um dos meus castigos é não ir pro show), ficaria quieta no meu canto, só ouvindo. Mas eu não sou, muito pelo contrário. Não consigo engolir essa idéia que a gente tem que respeitar quem é mais velho, pelo simples fato dele ter vivido mais do que a gente. Acho que independente da idade, deve haver respeito entre todas as pessoas. E com mãe não deve ser diferente. Se a gente fizer algo que elas não aprovem, metem o castigo na gente. E se elas fizerem algo que a gente não goste? A gente não gosta e pronto?
AAAAAAAH, que revolta. Tem que existir algum planeta no mundo que essa regra seja diferente. Outra coisa, depois de mil e uma proibições as mães têm o dom de falar com você como se
nada tivesse acontecido. Existe coisa mais ridícula que isso? Ai, que ódio!
É, o post de hoje não tem nada de meigo, mas ele não tem essa intenção mesmo. Se não gostou saia daqui. Aliás, o sitemeter tá me fazendo pensar muito em excluir esse blog. Não fazia idéia do quanto isso aqui era visitado. Ainda mais quando a idéia era que ele fosse 98% secreto.
Viva!
Já perdoei erros quase imperdoáveis
Tentei substituir pessoas insubstituíveis
E esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger
Já dei risada quando não podia
Fiz amigos eternos
Amei e fui amado,
Mas também já fui rejeitado,
Fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade
Já vivi de amor e fiz juras eternas
Quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos
Já liguei só para escutar uma voz
Me apaixonei por um sorriso
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade
E tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe
e vencer com ousadia. Porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" pra ser insignificante.
Charlie Chaplin