O dia da revolta.
Tô em crise!E não nessas crises existenciais em que quase todo dia me encontro. É crise de identidade. Não por culpa minha, mas da minha mãe. O problema é: não sei se tenho 9 ou 19 anos de idade. Se eu disser que não posso sair de casa porque tive uma briga (diga-se de passagem, muito séria) com a dona da casa, alguém acredita?
Não tem coisa que mais me irrite do que discussão com mãe. Por cumprirem esse papel, elas sempre acham que estão certas, seja qual for a situação. E ai da gente se não aceitarmos isso bem caladinha. Elas podem gritar e proibir o mundo. A gente? Fica calada. Se eu fosse uma filhinha tipo a perfeitinha Sandy (por falar nisso, um dos meus castigos é não ir pro show), ficaria quieta no meu canto, só ouvindo. Mas eu não sou, muito pelo contrário. Não consigo engolir essa idéia que a gente tem que respeitar quem é mais velho, pelo simples fato dele ter vivido mais do que a gente. Acho que independente da idade, deve haver respeito entre todas as pessoas. E com mãe não deve ser diferente. Se a gente fizer algo que elas não aprovem, metem o castigo na gente. E se elas fizerem algo que a gente não goste? A gente não gosta e pronto?
AAAAAAAH, que revolta. Tem que existir algum planeta no mundo que essa regra seja diferente. Outra coisa, depois de mil e uma proibições as mães têm o dom de falar com você como se nada tivesse acontecido. Existe coisa mais ridícula que isso? Ai, que ódio!
É, o post de hoje não tem nada de meigo, mas ele não tem essa intenção mesmo. Se não gostou saia daqui. Aliás, o sitemeter tá me fazendo pensar muito em excluir esse blog. Não fazia idéia do quanto isso aqui era visitado. Ainda mais quando a idéia era que ele fosse 98% secreto.

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